quinta-feira, 16 de setembro de 2021

AMARGOSA ESTÁ ENTRE AS CIDADES COM SUSPEITA DE ATUAÇÃO DE FALSOS MÉDICOS, AFIRMA SITE

Em matéria do site Correio 24 Horas, a cidade de Amargosa aparece, entre outros municípios, como alvo da suposta quadrilha de falsos médicos que vem atuando em Cruz das Almas e região. Confira a matéria na íntegra abaixo:

Aumenta para 5 o número de suspeitos de falsos médicos em Cruz das Almas

O número de suspeitos de falsos médicos no município de Cruz das Almas, no Recôncavo da Bahia, aumenta para cinco, nesta quarta-feira (15). A Secretaria da saúde da cidade identificou mais dois casos: dos médicos Cristiano Andrade Rocha e Bruno Almeida B. Machado. Foi constatado que eles nunca passaram pelas Unidades de Cruz das Almas, no entanto, constam registros com nome e CRM deles nas unidades de saúde.

A Secretaria voltou a afirmar em um possível esquema de quadrilha. “Diante da gravidade da situação, onde tudo aponta para uma quadrilha que vinha atuando desde o ano passado, a Secretaria de Saúde já noticiou a atuação irregular dos “médicos” à Polícia Civil, a Polícia Federal, ao Ministério Público Estadual e Federal, para que procedam as investigações”, informa a secretaria, por nota oficial. 

A suposta quadrilha atuou não só em Cruz das Almas, mas em vários municípios da região. Em pelo menos um dos casos, já se tem a informação de que o falso médico atuou nas cidades de São Gonçalo dos Campos, Santo Antônio de Jesus, Muritiba, Nilo Peçanha, Ubaíra, Amargosa, Laje e Jequiriçá. 

A pasta ainda ressalta que preza “pela segurança e a qualidade dos serviços de Saúde oferecidos à população” e que “já adotou medidas rigorosas para admissão de qualquer profissional médico em suas Unidades de Saúde”. 

Desde a primeira denúncia de uma suposta médica falsa que atuava no município, a Secretaria montou uma força-tarefa para verificar a identidade de todos os médicos que passaram pela Unidade Covid-19 e Unidade de Pronto Atendimento (Upa) desde o ano 2020. Os casos anteriores se referem às médicas Alana Ferreira e Nara Djane, e do médico Diego Araújo Paternostro, que tiveram seus registros profissionais utilizados por terceiros.


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