domingo, 29 de março de 2020

O ENCANTO DO BEIJA-FLOR (MURILO CAMPOS)

Os beija-flores são os visitantes florais mais conhecidos, pelos tons metálicos da sua plumagem e sua incrível capacidade de pairar no ar. O batimento das asas de um beija-flor pode chegar a 80 vezes por segundo, a depender da espécie. Para tanto, há necessidade de grandes quantidades de néctar como suporte energético. Este exímio representante, fotografado na Zona Urbana de Amargosa, pertence a família Trochilidae, na qual tem como característica principal a língua bifurcada e extensível, usada para extrair o néctar das flores. Esta fotografia foi efetuada em outubro de 2019.


(Murilo Campos, 29/03/2020)

sábado, 28 de março de 2020

TRUMP ENVIA NAVIO-HOSPITAL DA MARINHA PARA AJUDAR NOVA YORK, ESTADO MAIS AFETADO PELO COVID-19
Trump anuncia envio de navio-hospital para ajudar em Nova York
O presidente norte-americano Donald Trump enviou neste sábado (28) o US. Comfort, um navio-hospital, que irá auxiliar nos atendimentos médicos no estado de Nova York - o mais afetado pelo avanço do coronavírus nos Estados Unidos.
De acordo com Trump, as instalações médicas da embarcação não serão, necessariamente, utilizadas no atendimento de pacientes com suspeita ou confirmação da COVID-19, mas no atendimento geral da população para ajudar a desafogar o sistema de saúde.
"A missão deles será cuidar dos nova-iorquinos que não têm o vírus, mas que precisam de cuidados urgentes", explicou Trump durante a coletiva de imprensa. 
Conforme o presidente, a embarcação é "equipada com mil leitos, 12 salas de operação, um laboratório médico, uma farmácia, um laboratório de optometria, radiologia digital, uma tomografia computadorizada e um convés de helicóptero que será usado de maneira muito ativa".
Ela ficou pronta para prestar os atendimentos em uma operação que durou quatro dias - quatro semanas antes do previsto. Ela saiu de Norfolk, no estado da Vírginia, rumo ao estado de Nova York, onde deve chegar na segunda-feira (30). Os atendimentos começam na terça-feira (31).
Levantamento dos órgãos de saúde do país mostra que Nova York tem, até a tarde deste sábado (28), 52.318 mil casos registrados e 728 mortes causadas pelo novo coronavírus.


*Informou CNN
ORQUESTRA DE BRASÍLIA GRAVA MÚSICA À DISTÂNCIA: "MENSAGEM DE CONFORTO"


Em isolamento devido à pandemia de coronavírus, músicos da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, de Brasília, gravaram uma versão da música “Heal The World” em conjunto, cada um em sua casa.
Regidos pelo maestro Claudio Cohen, 22 músicos usaram trompas, trompetes, tuba, clarinetas, flautas, oboé, violinos, violoncelos, contrabaixo, harpa e percussão para gravar um arranjo de Heal The World (“Cure o Mundo”), música gravada por Michael Jackson em 1991 e que se tornou um hino humanitário.
“A ideia de produzir esse vídeo foi espontânea dos músicos, com o objetivo de passar uma mensagem de conforto nestes tempos de isolamento social, além de mostrar a nossa capacidade de trabalho mesmo que separados em nossas casas”, explica Cohen, em nota distribuída pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal. Além de reger o grupo, ele toca violino.
A letra da música, em inglês, fala que “há gente morrendo” e que, se você se importa com os vivos, “faça do mundo um lugar melhor”.
A música de Michael Jackson, de 1991, inspirou a Fundação Heal the World, organização de caridade fundada pelo artista em 1992.
CNN Brasil
O BIQUÍNI PRETO (TOSTA NETO)

Afonso e família moravam numa pacata vila praieira. O fluxo de pessoas era deveras reduzido ao longo do ano, aumentando um pouco no verão. A vida do garoto de 18 anos era monótona: escola, casa, praia e casa. O vazio da existência afligia o âmago do pobre jovem. O verão se aproximava e a possibilidade de boas-novas surgia no horizonte.
Afonso “matava o tempo” lendo HQs da Marvel e assistia séries da Netflix (Stranger Things e The Witcher eram as suas favoritas). Também gostava de tocar músicas de Legião Urbana no violão. O jovem estava na 3ª série do Ensino Médio e já projetava o ingresso na faculdade.
O quarto de Afonso, apontado para o leste, localizava-se no 1º andar. Ele abria a janela e perdia horas a admirar a Lua. Misteriosamente, ele sentia uma ligação afetiva pelo satélite da Terra. Em noites de Lua Cheia, a euforia ficava “a flor da pele” e tinha mais disposição para fazer as coisas.
O Sol estava cada vez mais próximo dos trópicos. A primavera se esvaia. O verão nascia com todo fulgor. A brisa marinha adentrava o quatro de Afonso, enquanto o garoto se deliciava na leitura da Saga do Infinito. Ultimamente, Thanos era quase uma figura onipresente na mente do jovem; certa noite, até sonhara com o Titã Louco.
O número de visitantes foi elevado na singela vila. Na vizinhança de Afonso, uma casa foi alugada. Certo detalhe “roubou” a atenção do garoto de “mente fértil”: um biquíni preto no varal da residência recém-alugada. Ele começou a especular: “será que a dona do biquíni preto é bonita? Será que ela tem namorado. Talvez seja uma mulher casada. Eu já gosto de ficar imaginando este tipo de coisa.” O garoto pegou no sono pensando no bendito biquíni preto.
O dia nasceu com muita luz. O Sol imperava no dossel. Era uma manhã de domingo típica de verão. Afonso acordou com toda disposição; resolveu que naquela manhã iria banhar-se nas águas de Iemanjá:
– Filho, você acordou bem-disposto.
– Sim Mãezinha. Hoje estou com 110% de energia!
A casa de Afonso situava-se a poucos metros da praia. O garoto tomou um café reforçado, passou protetor solar e rumou ao reino de Poseidon. Sentou na areia e contemplou a imensidão do mar. Repentinamente, uma imagem “quebrou” o seu estado de reflexão. Uma garota emergiu das águas. O olhar de Afonso foi capturado. A beldade saiu da praia e tomou o rumo de casa; passou ao lado de Afonso e olhou discretamente. O coração do garoto acelerou: “eis a dona do biquíni preto. Ela é linda e tem um corpo maravilhoso. Que mulher atraente!”
Afonso mergulhou. Sentiu a vibração marinha, porém não conseguia tirar a garota do biquíni preto da cabeça: “ela é deslumbrante! Que corpão! Uma verdadeira sereia!” Perto do meio-dia, voltou para casa. Subsequente ao almoço, durante a sesta, pensou incessantemente na dona do biquíni preto.
No fim da tarde, Afonso é acordado pela mãe:
– Filho, você dormiu a tarde toda.
– É verdade Mãe. Hoje, eu nadei bastante. Estava um pouco cansado.
– Daqui a pouquinho, vá comprar o pão.
­– Irei sim Mãezinha.
No caminho até a padaria, Afonso foi surpreendido pela aparição da dona do biquíni preto:
– Olá. Com licença. Onde fica a farmácia mais próxima?
– Olá. Estou indo para a padaria. Na volta, te levo na farmácia.
– Está bem. Então, posso te acompanhar?
– Claro!
– Você mora aqui na vila?
– Sim. E você?
– Moro no interior. Perdoe-me! Nem me apresentei para você. Sou a Luna.
– Prazer! Afonso – ele pegou na mão dela e deu um afável beijo no rosto.
– Enfim. Vamos fazer nossas comprinhas.
– Agora mesmo. Serei o teu guia. A vila é muito grande. Comigo, você não irá se perder – risos.
– Com certeza!
No trajeto, Afonso comentou: “ela é muito educada e tem uma ótima energia. O perfume dela é agradabilíssimo. Estou nervoso por dentro. Acho que disfarcei bem.”
Após as comprinhas:
– Luna, te deixarei em casa.
– Grata! Você é um cavalheiro.
– Por nada! Fico feliz com tuas palavras.
– Fui apenas sincera.
– Ah! Você tem WhatsApp?
– Tenho sim. Anote.
– Mais tarde, te envio um “oi”.
– Combinado.
– Chegamos. Até mais.
– Até. Grata pela companhia.
– Foi um prazer te acompanhar.
Afonso estava radiante. O coração pululava de alegria. Inesperadamente, ele conheceu a dona do biquíni preto. O encantamento era visível no semblante:
– Mãezinha, aqui o pão – cantarolava Eduardo e Mônica.
– Você está muito alegre.
– Com certeza Mãezinha! São as “coisas feitas pelo coração”.
– Esses jovens se apaixonam facilmente.
O Sol partiu para o Japão. O firmamento estava desprovido de nuvens, possibilitando a visualização da constelação de Virgem. Afonso exalava ansiedade para enviar uma mensagem a Luna; tomou café e correu para o quarto. Ele viu que ela se encontrava on-line. Sem delongas:
# Olá Luna.
# Olá Afonso. Pensei que tinha esquecido de mim.
# De jeito nenhum.
# Certo.
# A nossa conversa foi muito agradável. Até pareceu que eu já te conhecia.
# Também tive essa sensação.
# Você é uma mulher cativante.
# Obrigada! (Emojis de carinha vermelha)
# Posso te falar algo?
# Sim.
# Não parei de pensar em você. (Emojis de carinha envergonhada)
# Eu também não.
# É muita sintonia entre nós dois.
# Concordo plenamente contigo Meu Bem!
# Você é um Amor. Quando te vi pela primeira vez fiquei encantado.
# Sério?
# Sério!
# Fico feliz! (Emojis de coração)
A conversa avançou até a madrugada...
Após a sesta:
# Luna, você estará ocupada nesta noite?
# Não.
# Vamos sair para tomar um milk-shake?
# Vamos sim. Eu adoro milk-shake. Qual horário?
# Às 7h30.
# Combinado. Até mais.
# Até mais.
# Beijinhos doces.
# Beijinhos carinhosos.
Céu límpido. Temperatura amena. Ondas calmas...
– Afonso, você foi pontual.
– Claro! O momento é especial. Pontualidade britânica. Vamos tomar o milk-shake, depois passamos na praia para observar a Lua e as estrelas.
– Combinado.
A brisa marinha incide no casal de “amigos”. Passos vacilantes. Um silêncio misterioso. Praia deserta. A luz lunar revelou o nervosismo nas faces. O jovem balbucia: “estou nervoso. Meu coração vai sair pela bola.” Luna sentou na areia; Afonso também. Ele segurou levemente a mão dela. Luna pousa o rosto no ombro de Afonso. Os dois sentiram uma profunda sensação de paz.
Beijo suave e longo nos lábios femininos. A suavidade se dissipa. Línguas entrecruzadas. Respiração ofegante. Corpos trêmulos de desejo. Peças de roupa espalhadas na areia. Lábios exploram o corpo feminino. Línguas coincidem no excitante ato. Partes íntimas intumescidas. Ato máximo. Instinto puro. Racionalidade zero. Apogeu dos princípios masculino e feminino. Gemidos graves e agudos. A Lua Cheia ilumina o enlace carnal. A posição mais animalesca reina. O gemido agudo fica mais forte e intenso. Suor percorre a face. Movimentos mais bruscos e rápidos. A energia interior explode. Coincidência nos gozos. Uma sensação relaxante apodera-se dos corpos. Afonso olha para o lado oposto de Luna. O pormenor na areia chamou a sua atenção: o biquíni preto.

CAIXA VAI LANÇAR CONTA DIGITAL PARA REPASSE DOS R$ 600 DO "CORONAVOUCHER"
Caixa vai lançar conta digital para repasse dos R$ 600 do ...
A Caixa se prepara para lançar uma conta digital para dar agilidade ao repasse do dinheiro prometido aos brasileiros mais vulneráveis à crise do coronavírus. 
A operacionalização do pagamento, que pode alcançar mais de 30 milhões de pessoas, é o maior desafio do governo. A direção do banco estatal espera bancarizar ao menos 10 milhões de brasileiros através da tecnologia, com custo operacional menor.
As lotéricas devem ser usadas para atender aos trabalhadores que podem receber o auxílio e não tem conta na Caixa, ou qualquer outra instituição financeira. Nos cálculos do  Ministério da Economia, o repasse mensal de R$ 600, o chamado "coronavoucher", deverá custar R$ 45 bilhões ao governo. 
O anúncio da conta digital será feito apenas quando a Caixa já estiver pronta para começar a operação, o que deve ocorrer depois da medida emergencial ter sido aprovada pelo Congresso Nacional. 
Os recursos serão destinados aos trabalhadores informais e aqueles que aguardam na fila de espera do INSS para receber o BPC.  O benefício já foi aprovado na Câmara e agora depende da aprovação do Senado Federal, o que deve acontecer na próxima semana.
*CNN BRASIL

sexta-feira, 27 de março de 2020

MILÃO ORGANIZOU CAMPANHA “ABRACE UM CHINÊS” EM FEVEREIRO

No mesmo dia em que a Secom da presidência lançou a campanha O Brasil não pode parar, o prefeito de Milão, na Itália, pediu desculpas, afirmando que a campanha “Milão não pode parar” foi um erro. A cidade conta, hoje, com 4.800 mortes em decorrência do coronavírus.
Como um dog whistle lamentavelmente viralizado, vozes que defendem quarentena obrigatória, imposta pelo governo com risco de pena aos “infratores” (multa? prisão?), passaram a acusar Bolsonaro de “genocida”, justamente por não tomar medidas ditatoriais, como governos estão fazendo pela Europa – ou governos estaduais fazem pelo Brasil, usando Milão como exemplo.
Logo ele, Bolsonaro, sendo acusado de não ditar regras, não prender pessoas simplesmente por estarem disponíveis, não aumentar seu próprio poder contra a população. Dito para 2018 com uma máquina do tempo, causaria tilt.
Não adianta criar campanha "Bergamo não pode parar", "Milão não pode parar", "Brasil não pode parar", pq o virus se replica e CAGA pra campanha.
Só com a gente parando em casa, confinados, por UM PERIODO é que se para a pandemia.
A ciência ñ pode parar.
A vida ñ pode acabar.

na Itália fizeram a campanha
“Milão Não Para”

a cidade NÃO ENTROU EM QUARENTENA para não quebrar a economia e agora milhares de mortos são cremados no país.

no BRASIL, o GOVERNO lançou a campanha
“O Brasil Não Pode Parar”

em breve estaremos cremando muitos amigos e familiares.


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Líderes italianos estão pedindo desculpas pelo erro cometido com as campanhas "Itália não pode parar"; "Milão não pode parar". Os assessores do Presidente não têm capacidade para ler os jornais atuais de outros países? Podemos reorganizar a quarentena? Podemos!

Bolsonaro lançou campanha “Brasil não pode parar”. Milão fez algo assim em fevereiro. Deu no q deu! Brasil ñ pode parar nem morrer! Por isso Estado tem de atuar.Governo sabia do coronavírus desde dezembro, e ñ fez nada p/ enfrentar. E continua perdido em medidas de pouca eficácia

O que não foi noticiado por nenhum veículo de mídia, e também não viralizou entre quarentenistas, foi que a cidade de Milão foi organizadora de uma campanha chamada “Hug me, I’m not a vírus” (“abrace-me, eu não sou um vírus”), em que chineses pediam para serem abraçados com cartazes nas ruas em fevereiro.

A campanha em Milão foi para combater o “racismo”, como é chamado qualquer medida que não envolva fronteiras abertas, governanças transnacionais e substituição populacional hoje em dia. A campanha foi noticiada pela mídia chinesa, sob fartos aplausos ocidentais.
Em janeiro, a BBC já havia noticiado sobre um asiático francês que iniciara uma campanha com a hashtag #JeNeSuisPasUnVirus. O inimigo, à época, era o “racismo”. O mesmo que fazem hoje contra a expressão “vírus chinês”, sobre o coronavírus, que veio da China.
Já o Jerusalem Post comenta sobre o vídeo de Milão ao lembrar que a China não é modelo para conter o coronavírus – ou para qualquer outra coisa.
Em menos de um mês, a cidade estaria em um gigantesco lockdown, com mais mortes em sua região do que qualquer outro lugar do mundo (descontando a China, para quem acredita nos dados do governo chinês).

Hoje, culpa-se a falta de isolamento, ainda que as infecções e mortes pelo coronavírus na Itália tenham aumentando mesmo após a quarentena. Por alguma razão, não se comentou sobre a campanha anti-racista.
*SENSO INCOMUM

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