O principal motivo do ato foi a extensa fila de regulação no município. Segundo os manifestantes, pacientes aguardam por longos períodos por transferências e atendimentos especializados, o que, de acordo com relatos, tem resultado em agravamento de quadros clínicos e até mortes.
Em entrevista ao portal Acorda Cidade, a moradora Júlia Santana afirmou que uma servidora pública teria falecido enquanto aguardava regulação após estar internada na UPA estadual. “Muitas pessoas vêm perdendo a vida aguardando essa fila de regulação”, declarou.
Além das críticas à área da saúde, os participantes também cobraram investimentos em segurança pública e educação. Para os manifestantes, é necessário ampliar programas sociais preventivos, com foco em educação financeira, atividades esportivas e culturais, como música, visando reduzir a violência de forma estrutural.
Os moradores afirmam que as reivindicações envolvem promessas feitas há quatro anos e ainda não cumpridas. Até o momento, não houve posicionamento oficial das autoridades presentes sobre as demandas apresentadas durante o protesto.

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