A taça da Copa do Mundo exposta no Estádio Akron, no México — Foto: Ulises Ruiz/AFP
Como brasileiro vivendo em Miami, sinto que estamos prestes a viver algo histórico. Uma Copa com 48 seleções, espalhada por Estados Unidos, Canadá e México, que vai muito além do futebol: será um encontro global de culturas.
Cresci em São Paulo vendo o Brasil jogar em uma televisão preto e branco. Lembro da magia, da leveza, dos craques que pareciam dançar em campo. E o que falar da final do mundial no Estádio Azteca. Aquilo não era só futebol, era arte.
Hoje, vivemos outra realidade. Tecnologia, múltiplos ângulos, replays instantâneos. Mas a essência continua a mesma: emoção.
Miami deve se transformar em um verdadeiro Carnaval internacional. Torcedores do mundo inteiro, festas, celebrações e uma energia que só o futebol consegue criar. Ao mesmo tempo, o impacto econômico será gigantesco; hotéis lotados, restaurantes cheios, negócios aquecidos.
E talvez o mais interessante: ver o futebol conquistar cada vez mais espaço em um país dominado por outras ligas, como a Major League Soccer que vai crescendo e clubes como o Inter Inter Miami FC ganhando protagonismo.
A contagem regressiva já começou. E dessa vez, o mundo inteiro vai jogar junto.
*KLEBER PASSOS | CORRESPONDENTE INTERNACIONAL DO OUTRO OLHAR E AMARGOSA FM

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