quarta-feira, 16 de setembro de 2026

OPERAÇÃO CONTRA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA MOBILIZA PF, POLÍCIA CIVIL E PM EM QUATRO ESTADOS


Uma operação integrada das forças de segurança foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (16) para cumprir mandados judiciais contra investigados por suspeita de envolvimento com uma organização criminosa ligada a crimes como tráfico de drogas, homicídios, extorsão, lavagem de dinheiro e posse ou porte ilegal de armas de fogo.

Batizada de Operação Eirene II, a ofensiva ocorre simultaneamente na Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Na Bahia, os mandados são cumpridos em Salvador, Jequié, Mutuípe, Laje, Vitória da Conquista, Ilhéus, Itapetinga, Serrinha e Brumado.

Em Mutuípe, equipes das forças de segurança cumpriram um mandado de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva contra um investigado. Durante a chegada das equipes ao imóvel, o suspeito tentou fugir e foi localizado pouco depois nas proximidades de um condomínio.

Segundo as informações divulgadas sobre a operação, durante a fuga o investigado sofreu lesões ao pular um muro.

BLOQUEIO DE MAIS DE R$ 12 MILHÕES

Além das medidas de busca e prisão, a Justiça autorizou o bloqueio de mais de R$ 12 milhões em bens e ativos financeiros relacionados aos investigados.

De acordo com as investigações, o grupo teria atuação principalmente na região Sudoeste da Bahia, com destaque para Jequié e municípios vizinhos.

A ofensiva busca reunir elementos para esclarecer a participação dos suspeitos nos crimes investigados, além de identificar a extensão da atuação e da movimentação financeira atribuída à organização.

AÇÃO INTEGRADA

A operação é coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia, com participação das Polícias Federal, Civil e Militar.

Também integram a ação equipes da 4ª e da 9ª Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpin), dos Comandos de Policiamento das regiões do Médio Rio de Contas, Recôncavo, Sudoeste e Sul, além da FICCO Ilhéus.

Participam ainda a Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) e a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (SEAP/BA).

As investigações continuam, com análise do material apreendido durante o cumprimento das medidas judiciais e realização de novas diligências para esclarecer os fatos e a eventual participação dos investigados nos crimes apurados.

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