segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

GOVERNO BUSCARÁ REDUZIR DESPESAS DE CAMINHONEIROS, DIZ HELENO


Bolsonaro tem “apreço pela categoria”, Busca medida na área econômica

O ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) disse nesta 2ª feira (1º.fev.2021) que o governo buscará medidas econômicas para diminuir os custos aos caminhoneiros. A declaração foi feita nas contas oficiais do general nas redes sociais.

“Presidente da República e Ministro da Infraestrutura têm grande apreço pela categoria. Vão buscar, junto à área econômica, recursos legais para reduzir despesas que recaem sobre esses abnegados trabalhadores, essenciais ao dia a dia do país”, escreveu. Na mensagem, Heleno diz respeitar “as aspirações dos caminhoneiros”.

O Brasil amanheceu nesta 2ª feira com a possibilidade de uma paralisação dos caminhoneiros. Em áudios que circulavam nas redes sociais, o ministro Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) afirmava que não negociaria enquanto houvesse paralisação e que as propostas do governo “já estão na mesa”.

Os caminhoneiros reivindicam o fim da política de paridade de preços com o mercado internacional praticada pela Petrobras. Criticam os aumentos de 5,05% e 4,98% nos preços da gasolina e do diesel, respectivamente.

A categoria também reclama do descumprimento da tabela de frete. Nos áudios que circularam em grupos da categoria, Freitas diz que nada pode fazer. “A fiscalização não é efetiva e não vai ser nunca”.

Em 27 de janeiro, o presidente Jair Bolsonaro disse que tratou com o ministro Paulo Guedes (Economia) da redução do PIS/Cofins que incide sobre o óleo diesel. O chefe do Executivo, no entanto, não definiu um prazo para que haja resposta definitiva.

“Não interfiro na Petrobras, quero deixar bem claro. Ela continua com sua política de preço. Atualmente, R$ 0,33 do litro do diesel vai para PIS/Cofins. Isso que estamos buscando diminuir. Mas, a cada R$ 0,01, são R$ 800 milhões que temos que arranjar em outro lugar. Não dá para dizer [quando será decidido]”, disse a jornalistas no Ministério da Economia.

*PODER360

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