terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Há tempos, por questão de ordem existencial, não venho escrevendo sobre futebol, porém no derradeiro domingo (11/01), quando assisti a final da Supercopa da Espanha entre Barcelona e Real Madrid, diante da performance dominante de Pedri, fui persuadido a “quebrar a escrita” sinalizada na primeira linha deste parágrafo.

Pedri, apesar da jovialidade, apresenta uma leitura de jogo aguçada: facilidade para encontrar espaços na defesa adversária, dribles desconcertantes, alta precisão nos toques, movimentação constante, cadência para acelerar e desacelerar o ritmo do meio-campo etc.

É válido enfatizar que Pedri não foi revelado pelas categorias de base do Barcelona, todavia traz consigo o estilo de jogo catalão forjado em La Masia sob a inspiração da lenda holandesa Johan Cruyff.

O talentosíssimo atleta espanhol de 23 anos está construindo uma carreira marcante e, graças a sua tenra idade, tem toda potencialidade para evoluir de forma significativa a sua capacidade técnica e tática. Desde já, arrisco afirmar que o genial Pedri já é um jogador geracional e colocará o seu nome no rol dos meio-campistas mais cerebrais da história do esporte mais popular do planeta.

(Tosta Neto, 13/01/2026)

 

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