sábado, 26 de dezembro de 2020

ATRASO NA DIVULGAÇÃO DOS DADOS SOBRE A EFICÁCIA DA VACINA CHINESA TEM PREOCUPADO INFECTOLOGISTAS


É que agora, mais que nunca, o governo brasileiro se convenceu do acerto quase lotérico na aposta que fez na vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório suíço AstraZeneca, cuja eficácia presumida é 95%.

Outro fator de alívio tem a ver com a recusa inicial de bancar a vacina chinesa que o governador paulista, João Doria, insistiu em vender ao ministério. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A ordem do Planalto é ninguém se pronunciar sobre um eventual fiasco da “vacina do Doria”. Afinal, a notícia é ruim para todos.

A possível baixa eficácia da vacina chinesa, atingindo apenas o mínimo recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), foi classificada de “frustrante” pelo infectologista Evaldo de Araújo, do Hospital das Clínicas da USP e diretor da Sociedade Paulista de Infectologia. O anúncio aficial.

Mesmo fazendo a ressalva de que é preciso aguardar o anúncio oficial do percentual, Evaldo de Araújo explicou – durante entrevista ao programa Bastidores do Poder, da Rádio Bandeirantes, esta tarde, que, se for confirmada a eficácia de 50% da Coronavac, quem tomar a vacina terá 50% de chance de não ser imunizado contra a covid-19.

Segundo Dimas Covas, a chinesa Sinovac vai “unificar e equalizar” o os testes no Brasil, que apontam para fiasco, com “outros países”. Humm…

Há dois meses, Doria tentou vender 5 milhões de doses da vacina, a 10 dólares cada. O Ministério da Saúde “piscou”, mas Bolsonaro brecou.

*Diário do Poder / Edição Outro Olhar Info


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